Geverson Luz Godoy - Professor, Assessor Filosófico e Pedagógico, Vendedor, Consultor de Negócios, Filósofo, Poeta, Esposo e Pai de duas Lindas Alemoinhas.
Postagens reflexivas..
sexta-feira, 24 de junho de 2016
Salve Dia 24 de Junho! Viva São João!
24 de Junho, dia de São João, o Batista! Muitos se 'riam' do nome de minha amada mãe Joanete, que nenhuma culpa tinha do nome que recebera de meus avós. Mas bem poderia ter sido chamada de Joana, porque não? Na minha identidade por erro de grafia, o nome de minha mãe está 'Joaneta'... Os escrivães devem ter posto o "a" no lugar do "e" por devido direito, sendo que a letra "a" é a primeira letra do alfabeto assim como a primeira letra das vogais Bom, o que hoje conto com um pouco de humor, há 18 anos e 4 meses foi dolorido, falar de minha amada mãe! Era só iniciar, e logo vinha lágrima aos olhos. Hoje junto dos anjos e Santos Celebra a vida, só que eterna. Para nós continuaremos celebraremos enquanto Deus nos permitir, a data que marcou Sua Existência 24/06/1950. E viva São João! Viva minha mãe Joanete!
terça-feira, 22 de março de 2016
A importância da mediação do Professor Reflexivo na COM.A.I.
É arriscada a afirmação de que receitas prontas são infalíveis, no entanto, é possível afirmar que com a experiência comprovou-se que algumas posturas assumidas pelos docentes na COM.A.I. – Comunidade de Aprendizagem Investigativa, é mais provável uma ação pedagógica de excelência, ou seja, o alcance da aprendizagem. O conhecimento já foi concebido em outros momentos históricos de forma isolada, acabado, único, fechado, ondo o professor é o portador do conhecimento e o aluno é o que apenas aprende. Passado algum tempo, com a perspectiva holística de pensadores idealistas, humanistas, com um olhar histórico crítico, hoje compreendemos a educação de outra forma.
Na perspectiva do CENFEP – Centro de Filosofia Educação para o Pensar - compreende-se o conhecimento como algo situado, ilimitado, possibilitado pelas circunstancias, é falível e incerto. Portanto, se compreende que o ensino não garante a aprendizagem, no entanto não há significado existir o ensino, caso este não a alcance, pois o ensino seria estéril e inútil sem a aprendizagem. Por este motivo é que no século do conhecimento, tem-se acreditado que é necessário ‘ressignificar’ a unidade entre ensino e aprendizagem, principalmente de forma inclusiva, eliminando qualquer que seja a segregação.
Para isto, na maioria das vezes é necessário desconstruir, desnudar o obvio, desorganizar o que já parece pronto, desconstruir. Neste processo de transformação todos são corresponsáveis pela construção do conhecimento, portanto, todos possuem parte no crescimento. Nesta modalidade o foco do conhecimento não se restringe no professor. O sujeito do conhecimento é todo aquele que busca o conhecer, seja ele o professor ou o aluno dentro da COM.A.I. - Comunidade de Aprendizagem Investigativa. O conhecimento é construído de forma cooperativa, compartilhada através da pesquisa, investigação e do diálogo.
Dentro do Programa Educação para o Pensar: Filosofia com crianças, adolescentes e jovens, este processo está fundamentado em uma metodologia sócio-histórico-cooperativa, este, apresenta uma proposta humanista, onde é valorizado o conhecimento pessoal de cada educando, que não está vinculado somente aos bancos escolares. Nesta perspectiva, todo e qualquer lugar é local de aprendizagem, porém é na escola, o local apropriado para podermos ‘ressignificar’ o que acontece em nossas vidas, relacionando o conceito com a prática. No artigo 1º da lei 9.394 (LDB) traz a seguinte afirmação:
A educação abrange os processos formativos que se desenvolvem na vida familiar, na convivência humana, no trabalho, nas instituições de ensino e pesquisa, nos movimentos sociais e organizações da sociedade civil e nas manifestações culturais. (BRASIL, 1996).
O conhecimento é algo subjetivo, pertencente ao sujeito e suas relações primeiro consigo mesmo, depois com os outros e por fim com o mundo. O sujeito não adquire o conhecimento por fidelidade mimética, ou seja, cópia perfeita do que lhe parece real. Portanto, é através de suas capacidades, sensibilidades, habilidades e competências, que o estudante constrói juntamente com os demais participantes da COM.A.I., novos conceitos que darão significado ao seu existir oportunizando a toda comunidade novas possibilidades de ação.
Somos seres paradoxais, e em nossa existência histórica, também somos regados pelo erro, insegurança e falibilidade. Dentro do processo de ensino e aprendizagem, o “erro” possui o seu valor didático pedagógico, onde o sujeito da aprendizagem constrói as suas representações, que dentro de sua logicidade, possui verdadeiro sentido, que podem ser melhoradas com a ajuda do olhar da comunidade, incorporando novas ideias, transformando o já pensado em reflexão, alcançando um nível superior de conhecimento.
A intervenção pedagógica deve atentar-se ao que denominamos idade cognitiva do estudante, ao que compete o amadurecimento da compreensão dos alunos durante os estudos de conceitos. Deve-se ainda, levar em consideração, os conhecimentos que se apresentam em forma de senso comum pelos alunos, mas que devem ser lapidados pela comunidade, oferecendo o professor uma contribuição construtiva.
Estas são algumas pistas para alcançarmos o conhecimento dentro da Comunidade de Aprendizagem Investigativa, onde o conhecer não é decorar fórmulas e regras matemáticas ou gramaticais. Para alcançar o conhecimento, o sujeito que o busca passa por um processo de modificação, aceitabilidade, reorganização, plasticidade e construção no que diz respeito à assimilação e interpretação de conteúdos estudados.
A assimilação e interpretação de conteúdos, além de serem apropriações culturais e sociais, são propriedades do sujeito, portanto o sentido obtido do conhecimento é ainda subjetivo, fazendo do sujeito corresponsável e coautor de seu processo formativo.
O conhecimento subjetivo é de estrema importância na perspectiva da aprendizagem, pois implica no simbolismo que é dado pelo estudante á parcela da realidade estudada, juntando com a percepção simbólica de toda a comunidade e fazendo relações entre a teoria e a prática.
Dentro desta perspectiva compreendemos a participação do professor como parte da COM.A.I.- sendo ele mediador de conhecimentos, aquele que se ocupa como facilitador na aprendizagem, transformador e ‘ressignificador’ de conceitos. Os conceitos são ferramentas que desenvolvem nos educandos habilidades de raciocínio, que os levam a pensar com uma melhor qualidade e clareza, direcionando-os para um pensamento com excelência.
quarta-feira, 5 de agosto de 2015
A Ressignificância da unidade entre o Ensino e a Aprendizagem
Prof. Geverson Luz Godoy *
A
pedagogia tradicional, bancária como a chamava o saudoso filósofo da Educação
Paulo Freire, por acreditar no depósito de conhecimento que outrora seria
propriedade do professor, tinha o professor como o centro do processo
Educativo, sendo este processo conhecido como magistrocêntrico.
Passado
algum tempo, hoje é possível compreender a educação de um outro prisma, com um
olhar diferenciado. É sabido que o ensino não certifica a aprendizagem, no
entanto, não há significado existir o ensino, caso não exista a
aprendizagem, pois a primeira sem a segunda é estéril. Por estas conclusões,
tem-se acreditado nestes novos tempos, no século do conhecimento, que é
necessário ressignificar a unidade entre, ensino e aprendizagem.
Falar
em ressignificação, o que significa recriar o significado é o mesmo que
transformar o já formatado. Para isto, na maioria das vezes é necessário
desorganizar o que já parece pronto. Esta transformação é um processo onde
todos são co-responsáveis por parte de seu desenvolvimento, e o centro do
conhecimento não é o professor, e sim o sujeito do conhecimento, aquele que
busca o conhecer, seja ele o professor ou o aluno dentro da comunidade de
aprendizagem investigativa.
Em
1989, foi fundado em Santa Catarina um Centro de Pesquisa e formação de
educadores chamado Centro de Filosofia Educação para o Pensar que fundou uma
metodologia de ensino filosófico e pedagógica própria, fundamentada primeiramente
na Proposta do Prof. Matew Lipman entre outros filósofos da educação reflexiva.
Dentro
da proposta do Centro de filosofia, este processo está baseado em uma
metodologia sócio-histórico-construtivista, fundamentado em uma visão
humanista, onde é valorizado o conhecimento que o aluno traz de sua vida que
não está vinculada somente ao banco escolar. Todo local é lugar de
aprendizagem, porém na escola, podemos ressignificar o que acontece em nossas
vidas, ligando o conceito com a prática. O aluno sabe fazer a prática, e, o
professor ajuda-o a conceituar as suas atitudes. O conhecimento é algo que está
dentro do individuo e suas relações, primeiro consigo mesmo, depois com os
outros e com o mundo. O sujeito não adquire o conhecimento por meio de cópia do
que lhe parece real. É através de suas capacidades, habilidades e competências,
que o estudante constrói juntamente com os demais indivíduos da comunidade de
aprendizagem investigativa novos conceitos que dão significado ao seu existir,
oportunizando a toda comunidade de aprendizagem novas possibilidades de ação.
Dentro
do processo de ensino e aprendizagem, o “erro” possui o seu valor didático
pedagógico, onde o sujeito da aprendizagem constrói as suas representações, que
dentro de sua logicidade, possui verdadeiro sentido, que podem ser melhoradas
com a ajuda do olhar da comunidade, incorporando novas ideias, transformando o
já pensado em reflexão mais aprofundada, alcançando um nível superior de
conhecimento.
A
intervenção pedagógica deve atentar-se ao que denominamos idade cognitiva do
aprendente, ao que compete o amadurecimento da compreensão dos alunos durante
os estudos de fórmulas e conceitos. Deve-se ainda, levar em consideração, os conhecimentos
que se apresentam em forma de senso comum pelos estudantes, e que ainda podem
ser melhor lapidados pela comunidade de aprendizagem investigativa oferecendo o professor uma contribuição
construtiva transformadora.
Estas
são algumas pistas para alcançarmos o conhecimento dentro da comunidade de
aprendizagem investigativa, onde o conhecer não é decorar fórmulas e regras
matemáticas ou gramaticais. Para alcançar o conhecimento, o sujeito que o busca
passa por um processo de modificação, aceitabilidade, reorganização,
plasticidade e construção no que diz respeito à assimilação e interpretação de
conteúdos estudados.
A
assimilação e interpretação de conteúdos, além de serem apropriações culturais
e sociais são propriedades do sujeito, portanto o sentido obtido do
conhecimento é ainda subjetivo, fazendo do sujeito corresponsável e coautor de
seu processo formativo.
O
conhecimento subjetivo é de estrema importância na perspectiva da aprendizagem,
pois implica no simbolismo que é dado pelo sujeito á parcela da realidade
estudada, juntando com a percepção simbólica de toda a comunidade e fazendo
relações entre a teoria e a prática.
Dentro
desta perspectiva a participação do professor é compreendida como parte da
comunidade de aprendizagem investigativa, o professor passa a ser mediador de
conhecimentos, aquele que se ocupa como facilitador na aprendizagem, transformador
e ressignificador de conceitos. Os conceitos são ferramentas que desenvolvem
nos educandos habilidades de raciocínio que os levam a pensar com uma melhor
qualidade e clareza, direcionando-os para um pensamento com excelência. Isto é
uma filosofia viva.
* Prof. Geverson Luz Godoy: Filósofo, Professor, Palestrante, Psicopedagogo Institucional, Assessor filosófico e pedagógico e divulgador no Sistema de Ensino Reflexivo - S.E.R. - Centro de Filosofia Educação para o Pensar - Editora Sophos.
quinta-feira, 30 de julho de 2015
17º Café com Ideias: um espaço de diálogo_Assessores filosóficos_5 regiões do País:
Apresentação Prof. Dr. Silvio Wonsovicz;
Assessores filosófico e pedagógico:
Região Sul: Prof. Luciano Tartare Neto;
Região Sudeste: Prof. Geverson Luz Godoy;
Região Centro Oeste: Prof. Victor José Caglione;
Região Norte: Professor Márcio Nabar Lopes;
Região Nordeste: Professor Pedro Lucino.
sexta-feira, 29 de maio de 2015
Poema ao Amigo Edson Baségio.
Demos vivas neste dia,
De entusiasmo e nenhum tédio,
Demos vivas de Alegria;
És um grande empreendedor;
da vida um empresário,
o seu saldo é ainda maior,
no dia de seu aniversário!
Parabéns meu grande amigo,
obrigado pela amizade mantida,
Celebro hoje contigo,
A grande benção que é a vida!
Mensagem alusiva ao Aniversário da Amiga Jornalista Márcia Silva
Amizade é o brilho da Vida!
Ao lembrar-me de ti,
Fiz uma prece a Deus,
Pedindo e ao mesmo tempo agradecendo
Por nossa amizade:
Que ela seja sempre uma poesia,
Com versos de estima e alegrias,
compassada, melódica e com rimas,
E que mesmo nos contratempos da lida,
Façamos das bençãos recebidas;
A Força de nosso estribilho,
que como dos olhos é o brilho,
Seja o brilho da vida!
(El Godoy)
27/05/15
segunda-feira, 27 de abril de 2015
20 de Setembro
Permissão à gauchada
que aqui vai minha homenagem,
pelo 20 de Setembro;
meu verso pede passagem!
Em honra a este fato
Eu gasto este cartucho,
Sou serrano, Sou farrapo,
Um Catarina gaúcho!
Nasci no Planalto Serrano,
na cidade de São Joaquim;
por nevar lá todo ano;
Nosso apelido é pinguim!!!
Desde o Minuano Catarinense
ao CTG Os Praianos;
neste dia celebramos;
esta data Rio Grandense.
Pela luta e pela vitória
que deste dia eu lembro,
sem peleia não há Glória,
E viva o 20 de Setembro!
que aqui vai minha homenagem,
pelo 20 de Setembro;
meu verso pede passagem!
Em honra a este fato
Eu gasto este cartucho,
Sou serrano, Sou farrapo,
Um Catarina gaúcho!
Nasci no Planalto Serrano,
na cidade de São Joaquim;
por nevar lá todo ano;
Nosso apelido é pinguim!!!
Desde o Minuano Catarinense
ao CTG Os Praianos;
neste dia celebramos;
esta data Rio Grandense.
Pela luta e pela vitória
que deste dia eu lembro,
sem peleia não há Glória,
E viva o 20 de Setembro!
domingo, 16 de março de 2014
Zé da Roça... (Geverson Luz godoy)
No sertão mesmo que chova, lava a terra e não empoça;
Com a família foi embora sem esperança o Zé da Roça.
Morava há muito tempo na chapada de uma encosta,
Esta história
que eu conto é a história do Zé da Roça.
“De
onde eu venho? Pra onde vou?
Estou sedento, com fome estou,
Estou sem rumo, mas vou chegar,
aonde todos possam falar.
Não estudei, nem sei falar,
Mas arrisquei tentar trabalhar.
Fiz algo errado, não fui compreendido,
Ficando calado fui excluído.
Era um pequeno erro, não chegou a ser
pecado,
No momento eu assumi que fui eu o tal
culpado.
Mas como a gente é omisso e não diz o que
pensa,
Se eu falasse a verdade não seria uma
ofensa.
Estou sedento, como fome estou
De onde eu vim eu sei,
Mas pra onde vou?
Fiquei sem direitos, tiraram também o meu
pão,
Não tenho mais minha morada,
Por tentar ser mais irmão.
Um menino já formado foi chegando lá na
empresa,
Foi quando faltou o pão, lá em casa em
nossa mesa.
Não critico o saber, muito menos a cultura,
Mas se houver a tal partilha, a pobreza
terá cura.
Nos caminhos desta vida, ando sempre noite
e dia,
Quero ter os meus direitos de ter paz e
harmonia.
E vejo que os irmãos índios, também estão
incomodados,
Estrangeiro em próprias terras nosso índio
é ameaçado.”
Se tivéssemos consciência, do que é feito com este
povo,
Dávamos um
basta na violência e começávamos de novo.
Este mundo é muito grande e há terra sem quantia,
Quanto mais o rico expande, o pobre anda em Romaria.
O próprio Cristo Filho Eterno, não se privou para
alguns poucos,
Mas me vem doutor de terno e me diz que
pobre é louco.
Ter direito não é loucura é ter paz no
coração,
Nós pedimos com ternura, sem matar o nosso
irmão.
Esta morte social, que derruba os
excluídos,
Pra Cristo o preferencial são os pobres e
desvalidos.
E eu pergunto a mim mesmo: O que é que está
errado?
Falta água, terra e pão, para Deus isto é
pecado.
Deus deu terra para todos e água pra ser
regada,
Mas alguns ficam com tudo e muitos ficam
sem nada.
Os poucos contratam os muitos pra terra ser
cultivada,
Os muitos semeiam o joio e a guerra está
iniciada.
Sem terra, sem água e sem pão,
Sem direito, trabalho e comida, muito menos
um pedaço de chão.
Com a sua esposa e seus filhos, Zé da Roça
foi embora,
Sem ter pra onde ir, pra onde vai este
irmão agora?
Mas a culpa não é dele, mas será que a
culpa é nossa?
Pois só Deus sabe o destino, que terá o Zé
da roça!
O que o Diabo quis fazer... (Geverson Luz godoy)
Com a cabeça vazia e não ter o que fazer,
O grand-Duc dos infernos arrumou o que lhe entreter.
Arrumou uma vasilha bem maior do que um barril,
Pois a demanda era grande e atenderia ao Brasil.
Então começou a sua fórmula, sabendo o que queria,
Sendo o pai da malvadeza jamais se arrependeria.
Colocando tudo aos poucos misturou com muito cuidado,
Se a mistura desse errado ao bem estava fadado!!!
Uma pitada de fingimento, cinismo e bajulação,
Auto-conveniência, mentira e dissimulação;
Ilegalidade, trapaça, discriminação;
Dinheiro na cueca, desvios de verbas da Educação;
Hospitais sucateados, saúde falida, doente no caixão;
Estádios Beira Rio, Maracanã e Mineirão,
Arenas da Amazônia, Pernambuco e Castelão;
Um pouco de traíragem, dedo duro e simulação,
Alguns viciosos tratantes, propineiro e charlatão;
Um bando de Saltimbanco, farsante fanfarrão;
Sonso, impostores, folião caras de pau,
Disfarçados, papelistas Não farão algum mau...
Tudo isso de molho ficou, do jeito que Satã encomendou!
Com seis dias contados, está pronto o preparado como diabo quis fazer,
E ao coloca-los em sua loja,
Batizou-os como a Corja
Mensaleiros do PT. (El Godoy)
sexta-feira, 1 de novembro de 2013
Educação em busca de auto realização...
Tenho percebido nos ciclos da vida que foram homens simples
fizeram a grande diferença e marcaram a história da humanidade.
Estes homens foram professores?
Não! Foram mestres!
Agora me pergunte se eles foram educadores?
Por excelência!
O que tem faltado no corpo docente é este ponto de vista vocacional, que não estamos na escola somente para ensinar conceitos de filosofia, matemática, geografia, história.
Nosso dever é o de vislumbrar o olhar das crianças, jovens, adolescente e adultos com filosofias de vida, vivências filosóficas que nos levem a sermos mais autônomos, independentes de decisões alheias, seres reflexivos que saibam tomar suas próprias decisões diante os mais diversos problemas (situações) que a vida nos propõe.
Talvez tenha faltado mestres por não encontrarmos mais discípulos!
Talvez eu esteja enganado.
Sou admirador de provérbios populares, eles demonstram a sabedoria do mundo no anonimato.
Um destes provérbios reza que 'quem obedece nunca erra'. Francisco de Assis foi um grande reformador da ordem Beneditina e da própria igreja católica, lembro de um de seus pensamentos que dizia "prefiro errar com a Igreja do que acertar sozinho". Isto significa que precisamos acreditar mais no potencial das comunidades, precisamos uns dos outros. Os que sabem mais compartilham o que sabem e constroem conhecimento com os que ainda não sabem tanto. Temos de procurar conhecer mais as diretrizes que determinam nossa profissão de educadores. Que o maior objetivo do professor é a aprendizagem e não a ensinagem.
Se aprendermos que a escola é local de aprender, haverá uma transmutação na educação, porque a escola é um local de ensinar, porém não é o único local de aprender. Por estas razões fiquei feliz em ler o seu artigo, por acreditar que a educação é possível partindo de pessoas resolvidas, maduras que se conhecem e que vão em busca da auto realização (FELICIDADE). Só permite a felicidade quem realmente é feliz.
Problemas todos temos, o que diferencia umas pessoas das outras é a consciência que se tem de seus potenciais e limitações!
Estes homens foram professores?
Não! Foram mestres!
Agora me pergunte se eles foram educadores?
Por excelência!
O que tem faltado no corpo docente é este ponto de vista vocacional, que não estamos na escola somente para ensinar conceitos de filosofia, matemática, geografia, história.
Nosso dever é o de vislumbrar o olhar das crianças, jovens, adolescente e adultos com filosofias de vida, vivências filosóficas que nos levem a sermos mais autônomos, independentes de decisões alheias, seres reflexivos que saibam tomar suas próprias decisões diante os mais diversos problemas (situações) que a vida nos propõe.
Talvez tenha faltado mestres por não encontrarmos mais discípulos!
Talvez eu esteja enganado.
Sou admirador de provérbios populares, eles demonstram a sabedoria do mundo no anonimato.
Um destes provérbios reza que 'quem obedece nunca erra'. Francisco de Assis foi um grande reformador da ordem Beneditina e da própria igreja católica, lembro de um de seus pensamentos que dizia "prefiro errar com a Igreja do que acertar sozinho". Isto significa que precisamos acreditar mais no potencial das comunidades, precisamos uns dos outros. Os que sabem mais compartilham o que sabem e constroem conhecimento com os que ainda não sabem tanto. Temos de procurar conhecer mais as diretrizes que determinam nossa profissão de educadores. Que o maior objetivo do professor é a aprendizagem e não a ensinagem.
Se aprendermos que a escola é local de aprender, haverá uma transmutação na educação, porque a escola é um local de ensinar, porém não é o único local de aprender. Por estas razões fiquei feliz em ler o seu artigo, por acreditar que a educação é possível partindo de pessoas resolvidas, maduras que se conhecem e que vão em busca da auto realização (FELICIDADE). Só permite a felicidade quem realmente é feliz.
Problemas todos temos, o que diferencia umas pessoas das outras é a consciência que se tem de seus potenciais e limitações!
Assinar:
Postagens (Atom)